Para além dos testes vocacionais - Psicologia Essencial - Fernand
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Para além dos testes vocacionais

teste vocacional

"O teste só tem validade para o momento em que é aplicado, de modo que seu humor do dia pode afetar os resultados de um teste psicológico."

 

A orientação vocacional (OV) surgiu no período da revolução industrial, seu objetivo era identificar o perfil dos trabalhadores para saber em qual função se encaixavam, visando maior produtividade. Não havia preocupação com a saúde e satisfação pessoal dos profissionais, o objetivo era proporcionar maiores lucros para os donos das indústrias. Nessa época, a psicologia era predominantemente quantitativa (isso é, tentava medir e quantificar tudo) e diante de uma grande população proletariada, fazia uso dos testes psicológicos, possíveis de serem aplicados em larga escala e a baixo custo financeiro. No entanto, com elevados custos sociais e emocionais. 

Com a evolução das relações trabalhistas e da psicologia,a orientação vocacional também se transformou. Hoje, a literatura da área defende um trabalho de OV que vá muito além de definir uma profissão, mas prepare o jovem para a vida adulta. A idéia equivocada de que cada pessoa serve para uma função específica evoluiu para a compreensão de que cada sujeito é capaz de trilhar o próprio caminho com prazer e criatividade. Contruir nosso próprio caminho nos ajuda a sermos mais responsáveis pela nossa vida e nosso crescimento como pessoa e como profissional – essas são características dos profissionais bem sucedidos hoje. 

Os testes continuam sendo usados, mas tem o peso como o de qualquer outra técnica usada durante o trabalho, e portanto não devem ser tomados como mais importantes que o sujeito que vive o processo de escolha, nem como bola de cristal ou determinantes do futuro. Usar o teste pura e simplesmente, sem todo um trabalho de preparação para a escolha pode acarretar em uma escolha precipitada e sem chão. O teste só tem validade para o momento em que é aplicado, de modo que seu humor do dia pode afetar os resultados de um teste psicológico.

Todo jovem quer uma resposta rápida sobre que profissão seguir, e os pais também. Muitos bons orientadores vocacionais caem nessa armadilha e aplicam testes sem muito critério ou cuidado. Um processo de escolha coerente e seguro depende de autoconhecimento e reflexão e ganho de autonomia. Muito mais do que escolher uma profissão, é um momento de pensar na própria vida e assumir responsabilidade pelo caminho que se quer seguir no futuro, que começa agora!

 Fernando Aguiar
Orientador Vocacional

A orientação vocacional (OV) surgiu no período da revolução industrial, seu objetivo era identificar o perfil dos trabalhadores para saber em qual função se encaixavam, visando maior produtividade. Não havia preocupação com a saúde e satisfação pessoal dos profissionais, o objetivo era proporcionar maiores lucros para os donos das indústrias. Nessa época, a psicologia era predominantemente quantitativa (isso é, tentava medir e quantificar tudo) e diante de uma grande população proletariada, fazia uso dos testes psicológicos, possíveis de serem aplicados em larga escala e a baixo custo financeiro. No entanto, com elevados custos sociais e emocionais. 

Com a evolução das relações trabalhistas e da psicologia,a orientação vocacional também se transformou. Hoje, a literatura da área defende um trabalho de OV que vá muito além de definir uma profissão, mas prepare o jovem para a vida adulta. A idéia equivocada de que cada pessoa serve para uma função específica evoluiu para a compreensão de que cada sujeito é capaz de trilhar o próprio caminho com prazer e criatividade. Contruir nosso próprio caminho nos ajuda a sermos mais responsáveis pela nossa vida e nosso crescimento como pessoa e como profissional – essas são características dos profissionais bem sucedidos hoje. 

Os testes continuam sendo usados, mas tem o peso como o de qualquer outra técnica usada durante o trabalho, e portanto não devem ser tomados como mais importantes que o sujeito que vive o processo de escolha, nem como bola de cristal ou determinantes do futuro. Usar o teste pura e simplesmente, sem todo um trabalho de preparação para a escolha pode acarretar em uma escolha precipitada e sem chão. O teste só tem validade para o momento em que é aplicado, de modo que seu humor do dia pode afetar os resultados de um teste psicológico.

Todo jovem quer uma resposta rápida sobre que profissão seguir, e os pais também. Muitos orientadores vocacionais caem nessa armadilha e aplicam testes sem muito critério ou cuidado. Um processo de escolha coerente e seguro depende de autoconhecimento e reflexão e ganho de autonomia. Muito mais do que escolher uma profissão, é um momento de pensar na própria vida e assumir responsabilidade pelo caminho que se quer seguir no futuro, que começa agora!

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